Sábado, 8 de Março de 2008
Isto não é um país a sério

Eu devo estar a viver noutro mundo. Não. Isto não é possível.

Entre uma entrevista séria da Ministra da Educação à RTP 1 e um acto sem qualquer relevância de dois tristes polícias, os chefes da oposição mais um ex-secretário de Estado que democraticamente mandou fechar o centenário jornal “O Século” e pôs, democraticamente, mais de trezentas pessoas no desemprego, passaram o tempo a defender nada, a tentar confundir as pessoas e a fazer perder tempo ao Governo.

Esta gente, que somada naquilo que ganha e com aquilo que possui dava quase para tirar da miséria os dois milhões de pobres que mal sobrevivem no País, passou o dia a gritar banalidades.

Isto não é um país a sério. Não. Não é. Eu já devia ter morrido. Já estou noutro mundo. Estes são os anjos maus que estão à minha espera para me darem lições de demagogia alegre e barata. Morri. Bye, bye, garotada!

C.S



publicado por Moderador às 06:29
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Sexta-feira, 7 de Março de 2008
Uma mulher inteligente

Caso os professores, que têm estado empenhados em travar a avaliação, tenham ouvido a clara explicação da ministra Maria de Lurdes Rodrigues a Judite de Sousa a seguir ao telejornal das 20h, tenho a impressão que as suas dúvidas ficaram dissipadas apesar da jornalista ter feito tudo para vencer a razão das medidas adoptadas pelo Governo a favor de uma escola de nível internacional e semelhante às suas congéneres em todos os países desenvolvidos.

Cada um pode fazer os protestos que entender. Uns porque não compreendem, outros por motivos políticos, outros porque nada sabem, outros porque lhes interessa a confusão.

Uma coisa é certa: a ministra é muito inteligente, sabe o que é melhor para o País e todos lhe devem estar agradecidos.

Ainda ontem o DN nos dizia que “a retenção dos alunos é rara na Finlândia”, mas não é só na Finlândia, é em todos os países desenvolvidos. Isso deve-se à qualidade dos professores. A avaliação é o passo para tomarem consciência das suas responsabilidades, de como devem proceder, da correcção das suas falhas, do orgulho de ser professor.

Bom professor não é só aquele que ensina o BÁBÁ, mas aquele que ensina a pensar e a saber procurar nos livros e na Internet aquilo que é necessário para a vida.

Um professor não ensina a trabalhar, ensina a abrir a porta de todos os trabalhos. A experiência e o tempo completam o sucesso.

Oxalá que o futebol não tenha desviado a atenção da entrevista, de uma boa e acutilante jornalista, a uma excepcional e despretensiosa ministra da Educação.

C.S

 



publicado por Moderador às 06:35
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Quinta-feira, 6 de Março de 2008
Segurança e tempo

O País seguro em que vivíamos, deixou de o ser.

Hoje ninguém pode prometer seja o que for para amanhã. O tempo muda a uma velocidade louca e as pessoas aquilo que eram ontem, hoje já não são.

Mais que robots somos todos influenciados por estes meios fabulosos que nos trazem, todos os dias, mais mobilidade, mais conhecimento e também mais violência e desprezo pela vida. Pela própria e pela dos outros.

Depois do 25 de Abril, os "espertalhões", encheram-nos os ouvidos com a censura para aqui, censura para ali. A verdade é que 80 por cento da censura era uma maneira de educar o colectivo e impedir que se cometessem actos por mimetismo tal como tinha sucedido na Primeira República.

Aquilo que está a acontecer parece impensável. Não se comete um assassínio, cometem-se vários num curto espaço de tempo. Os assassinos perderam o medo porque são empurrados pela força do exemplo.

Se me pergunta se sou pela censura, claro que não sou. Mas sou pelas regras apesar de me considerar um anarca. Digo-o sem problemas.

E os jovens percebem isso. Quando fui candidato pelo CDS ao Parlamento era professor na Escola C+S de Santa Maria do Olival em Tomar. Para os alunos foi um gozo. Todos diziam: mas ele é um anarca. E assumia-o, com regras. Recebi e paguei pontualmente o jornal “A Batalha” até ao seu desaparecimento. Vestia o fato sem problemas.

Sou um anarca que gosta de segurança, mais para os outros do que para mim. O risco faz-me subir a adrenalina. Já aqui contei que fui assaltado três vezes em Lisboa e das três reagi. Rio-me da morte, mas gosto de segurança.

Há dias li, julgo que na revista NS, que no País de Gales estava a haver um surto de suicídios entre os jovens. Os jornais eram acusados de serem o efeito propagador dos mesmos. É isso. O ser humano é facilmente sugestionável para o bem e para o mal. É preciso cuidado com a divulgação das notícias.

Há profissões onde se exige ser um bom psicólogo ou ter muito bom senso. Digo algumas: professores, juízes, médicos, enfermeiros, padres, polícias e jornalistas.

Quem não entender esta comezinha regra pode causar muitos estragos à sua volta.

C.S



publicado por Moderador às 06:45
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Quarta-feira, 5 de Março de 2008
“Mais perto de Casa”

A RTP 1 apresenta um bom programa, “Mais perto de casa”, onde o repórter conversa com aqueles que, por razões diversas, se expatriaram para dar mais vivacidade à vida.

Emprego a palavra vivacidade para dizer que embora todos sintam saudades da sua terra, amam de igual modo aquela que lhes proporcionou uma qualidade de vida muito superior.

Comparar aquele mundo ao nosso devia motivar-nos para fazer igual, para manter caiadas as casas, ter as ruas sem quaisquer detritos, o pavimento estar impecável, os jovens orgulhosos de estudar e aprender, os jardins verdadeiros paraísos e a carteira confortável.

A grande maioria, das pessoas que fizeram aquelas cidades, é portuguesa.

Eu pergunto-me frequentemente, já o faço há uns bons sessenta anos, porque não fazemos o mesmo cá?

O povo português é extraordinário de força, inteligência e determinação. Mas em Portugal deixamos andar, não nos interessamos pelo que é nosso.

Para compreender os outros tenho de me entender a mim próprio. Na verdade o dinheiro nunca me seduziu porque me envergonho de ter o que os outros não têm. Talvez por esse motivo tenha sempre trabalhado pelo prazer de trabalhar. Pouco ou muito não me interessava desde que chegasse para as despesas, por isso, neste campo, não sou exemplo. Mas os portugueses não podem ser assim, devem lutar pelo melhor posto de trabalho e por aquele que é mais rentável desde que o saibam ocupar.

Portugal é um bom País para se ganhar dinheiro e ganha-se tanto ou mais que no estrangeiro, só é preciso usar a cabeça.

Antes do 25 de Abril, um jovem procurou-me para aprender francês, perguntei-lhe o que fazia e ele disse-me que era chefe de uma oficina de reparações eléctricas em Tomar. Eu respondi-lhe: muito bem, trocamos saberes, eu ensino-lhe francês e o senhor ensina-me o que sabe, desde que o patrão não se importe.

Um pequeno parêntese: ia para França porque o patrão não lhe aumentava mais 200 escudos por mês, hoje um euro.

Encurtando a história: ele pediu-me para receber um sargento amigo que fazia umas reparações na oficina e que também queria ir ganhar a vida fora do País.

Com muita insistência convenci-os a ficar em Portugal. Abriram uma oficina em Vila Nova de Ourém. Enriqueceram em poucos anos.

A França é aqui. O mal do português é ter vergonha de ganhar dinheiro em Portugal.

C.S

 

 

 

 



publicado por Moderador às 06:39
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Terça-feira, 4 de Março de 2008
Está na hora de parar

Quando milhares de professores saem para as ruas gritar slogans contra o Governo e tentam impedir reformas, já testadas noutros países, estão a pôr em perigo o ensino dos próprios filhos e o dos netos.

Portugal continua a ter um número de reprovações muitíssimo acima dos países progressivos e ricos.

As reprovações não se justificam. Os alunos não são para reprovar. Os pais também não reprovam os filhos embora muitas vezes devessem fazê-lo quando eles infernizam a vida dos professores, são mal-educados e não aprendem.

Aquilo que está a acontecer deriva tudo da perda de autoridade dos professores.

A seguir ao 25 de Abril passámos do 80; do pai que dizia ao professor: “chegue-lhe para baixo. Não tenha pena. Se for mal-educado diga-me, que eu tiro-lhe a pele” e passámos para o zero. É proibido tocar no menino, dizer-lhe uma palavra menos doce, impor a autoridade.

Os miúdos, sentindo a fraqueza do professor dão cabo da paciência ao mais santo, e não aprendem.

Está na hora de parar para pensar.

Mais importante que a avaliação, que é feita em todo o lado, estão as grandes turmas do Básico com 22 a 25 alunos quando não, mais.

Para travar os mais pequenos, sem os molestar, já que é proibido ralhar aos meninos e impor-lhes respeito, diminuam-se as turmas para os dez, máximo 12 alunos. Desta maneira o efeito é duplo: o professor tem mais atenção sobre cada diabrete e os professores, que estão desempregados, podem imediatamente ter o seu posto de trabalho garantido.

Manifestações, por tudo e por nada, quando o povo, menos culto, e por isso menos bem pago, está preocupado com a subida do preço do pão e do leite, não me parece sensato.

Os acontecimentos violentos dos últimos dias são avisos que ninguém pode descurar.

C.S

 

 



publicado por Moderador às 06:43
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Segunda-feira, 3 de Março de 2008
“Banca de jornais”

Por um lado é fascinante viver neste mundo onde, todos os dias, há novidades no campo do avanço técnico, por outro é preocupante a violência que aumenta todos os dias.

O respeito pela vida humana acabou. Em muitos países estamos a assistir a assassinatos colectivos através das bombas humanas.

Quem está desesperado, e vê que não tem mais interesse em viver, resolve morrer acompanhado.

É triste que isto seja assim. Não tem qualquer justificação tamanha bestialidade.

O ser humano está no seu máximo esplendor e pode, com facilidade, tirar partido do tempo de grande progresso que todos estamos a viver.

Julgo que é no estudo e no conhecimento que todos devem apostar para melhor compreender os caminhos do sucesso e tirar partido daquilo que sabem.

A página principal do sapo. pt  traz-nos, normalmente, da parte da manhã, num dos subtítulos do Destaques, a Banca de jornais. Aquilo que sugiro é que os consulte. Além dos jornais portugueses tem os jornais estrangeiros.

Experimente ler jornais espanhóis, italianos, franceses. Mesmo que domine mal as línguas vai ver que dentro de dois meses compreende o que lá está escrito.

São jornais de língua latina e só precisa de não ter receio. Por umas palavras tira as outras. É uma maneira fácil de começar a interessar-se por línguas que lhe podem ser úteis.

Comece pelo espanhol, que é fácil. Por outro lado estes jornais dão-lhe uma visão de mais Europa.

Vai ver que, sem grande esforço, o seu conhecimento aumentou e a sua valorização também.

C.S



publicado por Moderador às 06:45
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Domingo, 2 de Março de 2008
“Entre como quiser”

Gosto dos profissionais. Admiro-os. Tenho-lhes respeito e desejo que Portugal se profissionalize, o que não quer dizer que se descaracterize.

Deve-se profissionalizar mesmo em política. Só assim sabe que não o estão a comer por lorpa.

Saber por exemplo, quem é que destruiu este País depois do 25 de Abril, quando toda a gente aceitou o Golpe militar a que, nem Marcelo Caetano se opôs?

Quem é que destruiu todas as grandes empresas e lançou para o desemprego milhares de trabalhadores? Quem é que continuamente os incita ao erro com a aparência que são os salvadores?

É preciso estar informado. É preciso que os amadores acabem. Os amadores são como os ignorantes; levantam o braço, gritam contra o Governo porque só ganham 400 euros. Aqueles que os continuam a empurrar para o buraco são os mesmos que antes destruíram todos os postos de trabalho. Eles precisam de manter as suas mordomias. Perguntem-lhes quanto ganham?

Sejam profissionais. Informem-se. Estudem em vez de perderem tempo em manifestações inúteis.

“Entre como quiser” é uma campanha muito bem pensada de uma operadora de telefones.

Achei interessante, quando ia sair de casa, ter um tapete sobre outro tapete com o título em epígrafe. Do outro lado está a publicidade. Feita sem barulho, com classe, bem explicada e à espera que telefonem ou que visitem o site para saber mais. É profissionalismo.

Seja profissional. Saiba viver a vida. Saiba ganhar dinheiro. Saiba ser feliz.

C.S



publicado por Moderador às 07:06
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Sábado, 1 de Março de 2008
Aguenta-te Sócrates

Incapazes de responderem como homens instruídos, ontem o Portas e ante ontem o Santana, deitaram as unhas de fora e tornaram-se incontinentes.

Admirei-me porque eles até são educadinhos. Mas se isto já chegou a este ponto, está tudo estragado. Voltámos a tomar o freio nos dentes.

Está-nos no sangue. Eu falo por mim. Um dia, em plena Assembleia da República disparei uma frase muito violenta contra as arremetidas de Veiga de Oliveira do PC.

O Freitas, ao chegar à sala do Grupo Parlamentar, disse-me: “ó C.S, você é impossível, aquilo que disse não é de um bom cristão”.

O Diogo tinha razão, os cristãos portugueses eram mais de murros e espadeirada do que de palavreado. Como a democracia mudou as regras, ripostei com o que tinha na ponta da língua.

Outra vez, zangado com o PC e com o traidor que só não vendeu Portugal inteiro por acaso, aproveitei as Ocupações no Alentejo e a presença do vendido ao sol Soviético para, no meio da intervenção, lhe expressar toda a minha repulsa dizendo: “…O que não há possibilidade nenhuma é de viver num País onde o crime compensa e um Partido político é velhacouto de gangsters e de assaltantes! Muitas vezes chego-me a convencer de que entre o Partido do sr. Cunhal e Al Capone ou há diferença ou há cadeia.”

Desta vez a reprimenda veio do saudoso Presidente do Parlamento, Vasco da Gama Fernandes.

O que acabo de dizer pode ser lido no Diário das Sessões da A da R ou na Internet em www.cunhasimoes.net no livro em online “Intervenções”.

Razão tem o médico, Sportinguista, Barroso, que, danado pela hipocrisia reinante, disse que se fosse ao Sócrates mandava toda esta gente passear.

E depois? Quem é o mártir seguinte? Aguenta-te Sócrates.

C.S

 



publicado por Moderador às 06:43
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Sexta-feira, 29 de Fevereiro de 2008
Sucesso e insucesso

A propósito dos dez anos de sucesso da FNAC em Portugal, o DN traz um Especial, assinado por Tiago Pereira que é um sucesso.

O sucesso ou o insucesso estão ligadas ao profissionalismo ou ao amadorismo superficial e desinteressado.

Lojas como a FNAC ou El Corte Inglês são dirigidas por profissionais muito competentes e com quadros treinados ao pormenor. Têm sucesso.

Os donos destes grandes espaços vivem noutro mundo, gostam de ganhar dinheiro, e exigem que tudo corra na perfeição.

Tomemos, de todos os seus produtos, um: os livros. Façamos a comparação com as nossas livrarias.

Enquanto os pagamentos aos editores, tanto na FNAC como no El Corte Inglês são feitos no dia certo e todos sabem que as regras nunca são quebradas, no lado oposto, os nossos livreiros enrolam, enrolam, vendem os livros, precisam de livros e não fazem as reposições só para demorarem mais um tempo os pagamentos. Há uma ou outra excepção, mas podem-se contar com os três primeiros dedos de uma só mão.

É certo que a balbúrdia do 25 de Abril veio causar problemas a muitas casas, mas esse tempo já passou. Não pode haver desculpas. Hoje lê-se mais. Não há razão nenhuma para que as livrarias portuguesas não vendam bem e não procedam como estas grandes superfícies.

Com a ideia de pouparem uns cêntimos, perdem milhares de euros.

Da simpatia portuguesa não nos queixamos. Lamentamos é a falta de profissionalismo daqueles que teimam em continuar parados num tempo que muda, todos os dias, a uma velocidade estonteante.

Quem tiver pedalada, para acompanhar o ritmo da Europa a 27, tem sucesso. Os outros…paz à sua alma e… um enterro baratinho.

C.S



publicado por Moderador às 06:41
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Quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2008
A asneira em haste pública

Há indivíduos que não aprendem nada. Cega-os o poder. Para eles tudo vale e nem são capazes de ver o próprio erro em que estão a cair e o que estão a dizer ou a fazer só os afastará mais do objectivo.

O PSD, neste aspecto, assemelha-se ao PC.

Este novo presidente do PSD parece que foi ali colocado pelos militantes, com direito a voto, para se auto flagelarem. Os despropósitos são seguidos. Acerta uma e erra cinco. É doloroso assistir a este esfarrapar do maior Partido da oposição.

Com a ideia de tirar os anúncios da televisão estatal, o sr. Meneses devia saber que vai prejudicar o povo português. Vai obrigá-lo a pagar os milhões que a RTP1 arrecada com a publicidade para assim se poder sustentar e ainda não chega. Aquilo que veio oferecer volta-se imediatamente contra o ofertante e contra o Partido.

Então vai oferecer mais dinheiro às estações concorrentes e quer tirá-lo do bolso dos contribuintes? Claro que ao ser-lhe posta a questão há-de arranjar um subterfúgio qualquer para dizer que tira daqui, põe dali, enfim, demagogia foleira.

O sr. Meneses deve ser daqueles que devia ter apoiado o fim da taxa da televisão. Também acho que sim. Mas esquece-se que aqueles que são beneficiados com essa medida estão proibidos de aceder aos canais pagos. São os cidadãos de segunda que não se podem cultivar com o canal de história, não podem ver todos os jogos de futebol etc. porque não têm dinheiro para pagar as taxas que esses canais cobram.

O sr. Meneses quer levar a asneira a haste pública? Pode-o fazer, mas deixe lá estar os anúncios onde estão para que os programas não se tornem tão cansativos.

Claro que o sr. Meneses tem dinheiro para ter uma TV à sua medida, e para muito mais. Só que, felizmente, não tem dinheiro para comprar o lugar de Primeiro-ministro. Por esse motivo oferece o que não é seu. Mas, felizmente, pela segunda vez, o sr. Meneses é um desastrado naquilo que diz. Todos compreendem a sua intenção.

Os que elegeram este desconfortável presidente não passam de masoquistas que prestam um mau serviço a Portugal.

C.S



publicado por Moderador às 06:37
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